16 de outubro de 2013

Vem chegando o Verããão, o solzão no cabeção… hahaha, trocadilho bobo mas é pura verdade!

A palavra chapéu vem do latim antigo “cappa”, “capucho” que significa peça usada para cobrir a cabeça.

Eu só não entendo porque nós brasileiras não temos o hábito lindo, chique e saudável de usar chapéus, já que o sol dos trópicos é o mais prejudicial possível para a nossa pele. Basta assistir a qualquer novela de época, ou revirar os álbuns de família para lembrar que nem sempre foi assim. Aliás, se Coco Chanel vivesse em nossos tempos jamais teria feito fortuna vendendo chapéus, a não ser que produzisse os famosos Foppy Hats. Será?

A onda boho chic étnica parece ter trazido de volta os chapéus da década de 70 para as cabeças mais bem feitas da mulherada! Os Floppy Hats são #hit no mundo todo, e apareceram nas passarelas da Yvés Saint Laurent, na novela das oito com Cléo Pires, e nos blogs mais antenados de street style mundo afora.

O modelo tem as abas largas e é feito de feltro, o que dá um movimento super sensual e nos protege bastante dos raios solares.

Como usar? Cabelos soltos e ondulados valorizam o acessório. Já as roupas pedem distância do corpo em modelagens esvoaçantes, para um efeito cheio de movimento!

Estou muito apaixonada por estes chapéus, mas até agora não encontrei nenhuma loja física no Brasil onde eu pudesse experimentá-los (quem souber de alguma por favor me salve!).

Apesar disto, na internet são várias as opções de compra, incluindo EbayMercado Livre, American Apparel e até a própria marca que forneceu os modelos para a novela Salve Jorge, a Pralanaque possui a versão Floppy chamada Cameron. No site da marca eles indicam este e-mail para compras no Mato-Grosso: chicopralana@hotmail.com.

Que tal? Eu já encomendei o meu!

Imagens: Reprodução.